quarta-feira, 18 de junho de 2014

Editora do Folha Exclusiva Mulher representou a imprensa sergipana em Santa Catarina

Prefeita de Itá recepcionou jornalistas sergipanos no 42º Congresso da ADJORI-SC reuniu representantes de jornais de todo o Brasil


O 42º Congresso da Adjori/SC, ocorreu nos dias 06, 07 e 08 de junho, realizado no Itá Thermas Resort & Spa, na cidade de Itá, região Oeste do Estado de Santa Catarina. O evento movimentou o município ao receber empresários da comunicação, jornalistas e representantes de jornais de todo o Brasil.

Sergipe foi representado pela ADJORI-SE – Associação dos Jornais do Interior, numa delegação composta por cerca de 20 associados e convidados especiais, liderada pelo presidente da associação, jornalista Cláudio Vasconcelos.

O presidente da Adjori-Santa Catarina, Miguel Gobbi e a prefeita de Itá, Leide Mara Bender deram as boas vindas aos congressistas, autoridades e convidados. Durante o congresso, os participantes assistiram diversos painéis com importantes palestras e debates sobre o futuro dos jornais e o desafio diante das novas mídias.

À noite, no sábado dia 07, os congressistas prestigiarem a solenidade do 15º “Prêmio Pena de Ouro ADJORI-SE de Jornalismo”, cujo vencedor por cinco consecutivos foi o adjoriano catarinense, José Roberto Deschamps, do Jornal Metas, da cidade de Gaspar.  

A prefeita Leide Mara destacou a importância de sediar o evento, que contribuiu para divulgar a cidade para todo Estado catarinense e para o Brasil. “O Congresso da Adjori é sempre nova oportunidade de buscar divulgar todas as atrações do município pelo Brasil, consolidando o município como polo turístico de Santa Catarina”, ressaltou.

O presidente da ADJORI-Sergipe, Cláudio Vasconcelos considerou o congresso um sucesso. “Semdúvida alguma, foi um evento que engrandeceu a ADJORI-Brasil e as demais associações das ADJORIs estaduais. “A ADJORI-Sergipe mostrou força e união, sendo a maior caravana presente ao evento”, disse. .

Segundo o presidente da Adjori Brasil, Miguel Ângelo Gobbi, o Estado de Sergipe deu exemplo, apesar de uma instituição recém-fundada, mas alicerçada em um ideal de crescimento, fortalecimento da mídia regional e acima de tudo na valorização dos jornais.

Estiveram presentes, representantes das ADJORIs de São Paulo, Rio de Janeiro, Sergipe, Mato Grosso, Paraná, entre outros Estados.

Sergipe esteve representado pelos dirigentes de jornais: o presidente da Adjori-Se, Cláudio Vasconcelos (Jornal o Sertão), Cláudia Meireles (Folha Exclusiva Mulher); Aída Brandão, ( Jornal Povão), Rubens Filho, ( A Voz do Povo), Marcos Peris (Jornal O Ponto); William Pesai ( Jornal a Voz dos Municípios); Chiquinho Ferreira ( Jornal O Caminho);  Isa Felix (Aribé Notícias); o convidado especial, assessor de comunicação da Câmara Municipal de Aracaju, jornalista César Cabral, Selene Cabral e a professora Cleide Fernandes, dentre outros.  


No domingo, dia 08, os congressistas sergipanos visitaram alguns pontos turísticos de Itá, conhecendo a cultura, a culinária e diversos pontos turísticos como: Torres da Antiga Igreja, a Usina Hidrelétrica de Itá, os vários mirantes da cidade e todos esses locais tornam a cidade de Itá uma das mais belas da região Oeste de Santa Catarina.

Eleonora Menicucci: ações de combate à violência contra as mulheres ganharam espaço na Copa do Mundo

(Portal Brasil – 17/06/2014) A ministra Eleonora Menicucci é a entrevistada do programa “Bom Dia Ministro” desta quarta-feira (18/6) e fala sobre a campanha “Violência contra as Mulheres – Eu ligo”´Campanha do Ligue 180 chega às cidades sedes do mundial. A ação busca estimular as pessoas no geral, e não só as mulheres que sofram violência, a não tolerar a violência contra elas – daí o slogan Eu Ligo, no sentido de Eu me importo.

Percentual mínimo de candidaturas femininas será cobrado pelo TRE aos partidos

 (TRE-PB, 12/06/2014) O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba vai oficiar os partidos para que nas convenções partidárias cumpram o percentual legal mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo, nas candidaturas a deputado federal a serem oferecidas nas próximas eleições, como determina a Lei nº 9.504/1997, criada para estimular as candidaturas femininas.
O presidente do TRE-PB, desembargador Saulo Henriques de Sá e Benevides, observou que a participação da mulher na política é uma evolução natural da sociedade. “A mulher já ocupa cargos relevantes em todas as atividades do mercado de trabalho e cada vez mais assume, por méritos, postos até então só ocupados pelos homens. Não é compreensível que ela continue enfrentando dificuldades para garantir espaço na legenda a qual é filiada”, afirmou.
O baixo índice de representação feminina nos parlamentos é uma preocupação do Ministério Público Eleitoral que está atento às candidaturas “fictícias” registradas apenas para compor o percentual legal exigido. Em sessão no TRE, o procurador regional eleitoral Rodolfo Alves Silva reiterou a cobrança do seu antecessor Duciran Farena no sentido de que os partidos cumpram a legislação

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COMO ESCREVER A HISTÓRIA

Sua trajetória pode abrir caminho
para milhares de outras mulheres

O relato poderá ser feito por escrito, via formulário a ser retirado no SEBRAE ou pelo site.
No site, o sistema controla o tamanho do relato, que deve ter, no mínimo, 500 (quinhentas) e no máximo 1.200 (mil e duzentas) palavra, incluindo o título. Textos com tamanho menor ou maior ao limite acima não serão considerados. Os relatos escritos à mão deverão ter, no mínimo, 60 (sessenta) linhas, e não poderão ultrapassar o limite de 120 (cento e vinte) linhas. caso contrario não serão considerados.
Ao escrever o seu relato, lembra-se que a narrativa precisa “prender” a atenção do leitor. Por isso, deve transmitir emoção. A historia deve ser real e verdadeira, pois na fase de visitas as informações serão conferidas.

É desejável destacar valores positivos, que possam incentivar outras mulheres, tais como: iniciativa, visão de futuro, pensamento sistêmico, aprendizado, inovação, valorização das pessoas e do gênero feminino, planejamento, estabelecimento de metas, busca de informações e de oportunidades. Caso algumas destas características estejam presentes no seu caminho de empreendedora, destaque-as em sua narrativa.

Procuradoria da mulher pede informações sobre mulheres candidatas ao TSE


(Portal Senado, 13/06/2014) A ideia é ouvir candidatas eleitas e derrotadas, em pleitos, para fazer uma radiografia das dificuldades que as mulheres enfrentam na luta pela ocupação de espaços de poder no Brasil. O estudo será inédito na América Latina. Com esses resultados, será possível elaborar projetos de lei e planejar políticas públicas para mudar essa realidade.
- Não é possível que um país da importância do Brasil, com o nível de democracia que temos, continue convivendo com os índices de sub-representação feminina. Não pode a maior parte do eleitorado brasileiro, que são as mulheres, ocupar menos de 10% dos assentos no parlamento brasileiro – disse a procuradora da mulher.
À frente do TSE, o ministro José Dias Toffoli, comprometeu-se em analisar e dar uma resposta breve ao pedido.

- O TSE tem os limites legais e das suas resoluções para agir, mas aquilo que for possível fazer para incentivar a devida participação das mulheres no processo político, nós continuaremos a fazer – afirmou Toffoli.
A legislação eleitoral brasileira prevê que os partidos lancem para o parlamento pelo menos 30% de candidaturas de mulheres. Há países, inclusive, em que esse percentual atinge a metade das candidaturas. A bancada feminina no Congresso Nacional, entretanto, tem observado que na prática essa proporção não é real. Os partidos têm lançado candidaturas de mulheres meramente para cumprir a cota mínima exigida por lei. Por essa razão, não destinam os recursos necessários para a campanha nem dão o apoio necessário para a efetiva eleição. O resultado disso é que apenas 9% do Congresso é composto de mulheres, o que dá ao Brasil o 156º lugar no ranking mundial de representatividade da mulher no Poder Legislativo.



Senadora lamenta agressões contra mulheres em Sergipe


Em Sergipe, cerca de 600 mulheres foram agredidas
Em Sergipe, cerca de 600 mulheres foram agredidas nos primeiros dois meses deste ano. A maior parte as investidas é praticada contra companheiros, esposos e parentes das vítimas. Preocupada com esses dados que crescem a cada dia, a senadora Maria do Carmo Alves (DEM) voltou a apelar para que os poderes públicos adotem providências cabíveis e ações severas para punir os agressores.

“Lamentavelmente, todos os dias assistimos ou lemos os noticiários com assuntos relacionados a agressões contra as mulheres. Não podemos aceitar isso. Precisamos reagir. Os poderes constituídos precisam instituir os instrumentos capazes de minimizar esse problema. Não podemos ignorar esse fato que é grave, enquanto diariamente, próximo a nós, milhares de mulheres continuam sendo atacadas e mortas”, afirmou a senadora sergipana.

Ela citou os dois últimos casos divulgados pela imprensa de Sergipe, nas últimas horas, envolvendo a morte de uma mulher de 27 anos  praticada pelo ex-companheiro que não aceitava o fim do relacionamento; e outra em Aracaju, onde um homem agrediu uma vizinha que está internada na Unidade de Tratamento Intensivo  (UTI),do Hospital Público do Estado, o Huse.

De acordo com a parlamentar democrata, a Lei Maria da Penha trouxe avanços importantes, mas ainda não é suficiente para inibir a ação dos agressores.  “Ainda hoje são contabilizados cerca de 4,4 assassinatos a cada 100 mil mulheres no Brasil”, destacou Maria do Carmo, ressaltando que essa estatística coloca o Brasil no 7º lugar no ranking de países nesse tipo de crime.

“Entre 1980 e 2010 foram assassinadas mais de 92 mil mulheres no Brasil, 43,7 mil somente na última década”, afirmou a senadora ao apelar para que os poderes constituídos se mobilizem e adotem medidas urgentes e coercitivas contra os responsáveis pelos crimes.

Por Assessoria de Comunicação da Senadora Maria do Carmo

Agressão física encabeça atendimentos de violência contra a mulher no SUS




 (O Globo – 15/06/2014) Se até os 14 anos meninas e adolescentes são vítimas principalmente de violência sexual, a partir dos 15 anos de idade é a agressão física que encabeça a lista da violência contra a mulher no país. Um levantamento feito a pedido do GLOBO pelo sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz, coordenador da Área de Estudos da Violência da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais e responsável pelo Mapa da Violência, mostra que 46% dos atendimentos prestados pelo SUS a mulheres vítimas de violência correspondem a espancamentos. Na faixa etária de 15 a 59 anos, lesões provocadas por violência física superam 50% dos atendimentos. Quando se trata de mulheres acima de 60 anos, a agressão física segue alta (41,3%), e aumentam as ocorrências por negligência e abandono (19,1%).