Maria defende mais espaços para as mulheres
A senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) assinalou hoje (16) a importância da Procuradoria da Mulher e a Coordenação da Bancada Feminina, representadas, respectivamente pelas deputadas Elcione Barbalho (PMDB/PA) e Jô Moraes (PC do B/MG), empossadas para um mandato de dois anos. “São espaços importantes para discutir questões relacionadas à mulher. Hoje temos um número significativo de mulheres nos Parlamentos, mas precisamos avançar, uma vez que ainda temos uma maioria masculina”, disse Maria.
Para a senadora sergipana, o grande desafio das duas parlamentares será unir a bancada para discutir as demandas femininas não só nos Parlamentos, mas em suas bases, ampliar o debate em torno da ocupação de espaços e elaborar projetos que dizem respeito à igualdade de gênero e direitos da mulher. “Precisamos ter mais mulheres em comando de comissões, relatorias, em representações de missões oficiais. Nós temos todas as condições, do ponto de vista da formação. Agora, temos a chance de potencializar isso”, afirmou a democrata.
Maria também destacou a entrega à Câmara e ao Senado, do Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça, pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, com o apoio da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, da ONU Mulheres e da Organização Internacional do Trabalho (OIT). “Todas essas ações positivas leva a um caminho, há tempos ensejado pelas mulheres. É hora de trabalharmos para continuar avançando”, disse, ao destacar a importância da Procuradoria e da Coordenação da bancada feminina para que os horizontes sejam ampliados.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Projeto de Lei garante vagas para gestantes em estacionamentos
Projeto de Lei garante vagas para gestantes em estacionamentos
Projeto de Lei do deputado estadual Zezinho Guimarães (PMDB) dispõe sobre a reserva de vagas de estacionamento especial para gestantes no âmbito do Estado de Sergipe.
Pela proposta apresentada ontem, fica assegurada a reserva, para gestantes durante todo o período gestacional de vagas preferências nos estacionamentos públicos e privados, as quais deverão ser posicionadas de forma a garantir a melhor comodidade à gestante.
“Esse já é um direito previsto no Código Nacional de Trânsito, assim como o que é garantido aos idosos e aos portadores de necessidades especiais, mas que infelizmente é ignorado”, explicou Zezinho, acrescentando que irá pedir o apoio dos colegas para a aprovação da matéria considerando as dificuldades enfrentadas muitas vezes por gestantes que, às vezes, têm dificuldades de estacionamento.
O PL garante o uso de dois por cento do total de vagas disponíveis, área que deve ser devidamente sinalizada e com as especificações técnicas de desenho e traçado de acordo com as normas técnicas vigentes. A utilização será feita mediante utilização de adesivos de identificação, afixado no veículo, fornecido pela autoridade de trânsito local.
“Claro que para isso haverá todo um critério. A obtenção desse adesivo, por exemplo, dar-se-á exclusivamente por meio da apresentação de laudo médico atestando o período gestacional junto à autoridade de trânsito”, explicou o deputado. Zezinho acrescentou que essas vagas para gestantes devem possuir maior dimensão em relação às vagas normais de estacionamento.
Para ele, a destinação de vagas especiais de estacionamento vem conferindo outro modo de utilização dos espaços urbanos com base no respeito às diferenças e as necessidades especiais diversas. “A ausência de disposição de vagas especiais em estacionamentos para gestantes impede a efetivação de tais direitos e da fiança das garantias e direitos fundamentais para as mulheres em condição gestacional que necessitam de um cuidado diferenciado e facilidades no seu cotidiano”, justificou Zezinho.
Projeto de Lei do deputado estadual Zezinho Guimarães (PMDB) dispõe sobre a reserva de vagas de estacionamento especial para gestantes no âmbito do Estado de Sergipe.
Pela proposta apresentada ontem, fica assegurada a reserva, para gestantes durante todo o período gestacional de vagas preferências nos estacionamentos públicos e privados, as quais deverão ser posicionadas de forma a garantir a melhor comodidade à gestante.
“Esse já é um direito previsto no Código Nacional de Trânsito, assim como o que é garantido aos idosos e aos portadores de necessidades especiais, mas que infelizmente é ignorado”, explicou Zezinho, acrescentando que irá pedir o apoio dos colegas para a aprovação da matéria considerando as dificuldades enfrentadas muitas vezes por gestantes que, às vezes, têm dificuldades de estacionamento.
O PL garante o uso de dois por cento do total de vagas disponíveis, área que deve ser devidamente sinalizada e com as especificações técnicas de desenho e traçado de acordo com as normas técnicas vigentes. A utilização será feita mediante utilização de adesivos de identificação, afixado no veículo, fornecido pela autoridade de trânsito local.
“Claro que para isso haverá todo um critério. A obtenção desse adesivo, por exemplo, dar-se-á exclusivamente por meio da apresentação de laudo médico atestando o período gestacional junto à autoridade de trânsito”, explicou o deputado. Zezinho acrescentou que essas vagas para gestantes devem possuir maior dimensão em relação às vagas normais de estacionamento.
Para ele, a destinação de vagas especiais de estacionamento vem conferindo outro modo de utilização dos espaços urbanos com base no respeito às diferenças e as necessidades especiais diversas. “A ausência de disposição de vagas especiais em estacionamentos para gestantes impede a efetivação de tais direitos e da fiança das garantias e direitos fundamentais para as mulheres em condição gestacional que necessitam de um cuidado diferenciado e facilidades no seu cotidiano”, justificou Zezinho.
Casal é 'macho e fêmea', diz PSC ao questionar casamento gay no STF
Casal é 'macho e fêmea', diz PSC ao questionar casamento gay no STF
Partido do pastor Marco Feliciano afirma que Conselho Nacional de Justiça usurpou atividades ao recomendar que cartórios cumpram decisão do Supremo Afirmando que o casal é constituído por “um macho e uma fêmea”, o Partido Social Cristão (PSC), legenda do presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputado Pastor Marco Feliciano (SP), ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) requerendo a suspensão do ato do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) da semana passada que autorizou os cartórios brasileiros a formalizar o casamento civil entre casais do mesmo sexo.
Na ação, o partido afirma que a resolução do CNJ usurpou poderes ao supostamente legislar sobre tema ainda em tramitação no Congresso Nacional. O partido classificou o presidente do STF e do CNJ, Joaquim Barbosa, de “violar direito liquido e certo de todos os filiados do PSC”. “Acontece que o inteiro teor da resolução do CNJ ... não pode ter validade, sem ser objeto de devido Progresso Legislativo, como prevê a Constituição Federal de 1988”, afirma o partido.
No transcorrer da petição, o partido afirma que a constituição familiar, historicamente, é constituída apenas por casais de sexos distintos e não por casais do mesmo sexo. “Quanto às pessoas, aos seres humanos, que pretendam estabelecer entre si união homoafetiva, não podem elas, por imperativo lógico e conceitual, formar um par, um casal”, afirmam os advogados do partido. “Onde não há diversidade de sexos, não há que se falar em casal. Coisas iguais, é certo, podem formar um par, desde que haja entre elas um elemento diferencial que as faças completar uma à outra”, prossegue o partido.
O PSC ainda afirma que “nem que se diga que as modificações havidas nos esquemas familiares, ainda que substanciais, modificaram a estrutura familiar fincada na existência de um casal”. “O fato social das parcerias homossexuais, guarda, pelos elementos que o caracterizam, profundas e fundamentais diferenças com os diversos instintos que compõem o universo das entidades familiares”.
Na semana passada, o CNJ ratificou uma decisão do Supremo Tribunal Federal de maio de 2011, que reconheceu a união estável entre casais do mesmo sexo. A decisão ocorreu de forma unânime. Todos os dez ministros que participaram da sessão reconheceram a existência da união estável homoafetiva.
iG Brasília |
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segunda-feira, 20 de maio de 2013
Susana homenageia Venâncio que vai assumir a presidência da Unale
Susana homenageia Venâncio que vai assumir a presidência da Unale
Da Agência AleseA deputada estadual Susana Azevedo (PSC) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, na tarde de hoje (20), para prestar uma breve homenagem ao líder da bancada de oposição na Casa, deputado estadual Venâncio Fonseca (PP), que na próxima sexta-feira (24) será eleito, por aclamação, para o cargo de presidente da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale). Susana destacou a importância da posse para o Legislativo sergipano.
Ao iniciar seu pronunciamento, Susana disse que o ato de eleição e posse de Venâncio vai entrar para a história do Legislativo sergipano e do País. “Na sexta, um dos mais ilustres integrantes deste Poder, vai assumir a presidência da Unale. Uma democracia não se consolida sem instituições forte, com uma classe política coesa e consciente do seu compromisso com a Nação”.
Em seguida, Susana disse que uma ação conjunta tem sempre a capacidade de potencializar e multiplicar os esforços com que cada parlamentar empreende isoladamente nos limites do seu mandato. “Foi daí que surgiu a Unale. A preservação dos valores democráticos, o fortalecimento do federalismo, o aprimoramento do Poder Legislativo Estadual são princípios que norteiam a Unale; uma entidade que veio para ficar, assumir os desafios e cumprir um grande papel no cenário político nacional”.
A deputada colocou também que esta é a entidade que passará a ser presidida por um sergipano nos próximos dias. “Venâncio Fonseca é um dos parlamentares mais experientes da AL, vai buscar manter um diálogo permanentes entre os demais legislativos estaduais com as demais instituições e a sociedade em geral. De Boquim e de todo Sergipe, é o atual vice-presidente da Unale e presta um grande serviço a frente desta instituição”.
“Acostumado a superar desafios, certamente dará da Unale uma entidade cada vez mais sólida e eficiente. O colega decano na AL que saberá honrar seus pares e toda a sociedade sergipana. Parabéns a Boquim, a Assembleia e a Sergipe por oferecer ao País um deputado com o valor e a experiência de Venâncio”, concluiu Susana, recebendo a adesão da presidente da Casa, deputada Angélica Guimarães (PSC), que se somou em nome de todos os deputados
Artesãs Bonequeiras de São Cristóvão expõem na ALESE
Bonequeiras de São Cristóvão expõem na ALESE
(Fotos Jr.Ramalho)
As Bonequeiras de São Cristóvão irão expor amanhã, dia 21, objetos confeccionados pelo grupo, no Espaço Cultural Djenal Queiroz, situado na Assembleia Legislativa de Sergipe, em Aracaju. O convite para expor os produtos foi realizado pela diretoria de Comunicação Social da ALESE, através da prefeita de São Cristóvão, Rivanda Batalha.
Esta será a primeira exposição das bonequeiras desde que se uniram, há quase dois anos atrás. “Levaremos cerca de trinta bonecas temáticas (referência aos folguedos folclóricos como Reisado, Caceteiras e Samba de Côco), além de lápis com ponteiras que fazem alusão a estes grupos e os bois do Reisado, em miniaturas”, afirma Maria Lurdes Silva, membro do grupo.
O grupo das Bonequeiras de São Cristóvão é formado por doze mulheres – todas costureiras – e ainda conta com o apoio de outras mulheres da comunidade e da prefeitura da cidade. “O nosso grupo começou com trinta mulheres, mas esse número caiu com o passar do tempo. Agora nós revezamos para dar conta da produção e do nosso cantinho, localizado aqui na Praça São Francisco”, ressalta Maria Lurdes Silva.
Fonte PMSC
Elton Coelho
(Fotos Jr.Ramalho)
As Bonequeiras de São Cristóvão irão expor amanhã, dia 21, objetos confeccionados pelo grupo, no Espaço Cultural Djenal Queiroz, situado na Assembleia Legislativa de Sergipe, em Aracaju. O convite para expor os produtos foi realizado pela diretoria de Comunicação Social da ALESE, através da prefeita de São Cristóvão, Rivanda Batalha.
Esta será a primeira exposição das bonequeiras desde que se uniram, há quase dois anos atrás. “Levaremos cerca de trinta bonecas temáticas (referência aos folguedos folclóricos como Reisado, Caceteiras e Samba de Côco), além de lápis com ponteiras que fazem alusão a estes grupos e os bois do Reisado, em miniaturas”, afirma Maria Lurdes Silva, membro do grupo.
O grupo das Bonequeiras de São Cristóvão é formado por doze mulheres – todas costureiras – e ainda conta com o apoio de outras mulheres da comunidade e da prefeitura da cidade. “O nosso grupo começou com trinta mulheres, mas esse número caiu com o passar do tempo. Agora nós revezamos para dar conta da produção e do nosso cantinho, localizado aqui na Praça São Francisco”, ressalta Maria Lurdes Silva.
Fonte PMSC
Elton Coelho
domingo, 28 de abril de 2013
As novas idades da mulher
As novas idades da mulher
Dos 30 aos 70, as mulheres rejuvenescem e dão novo significado à maturidade
Alessandra Oggioni , especial para o iG São Paulo |
O perfil das mulheres brasileiras mudou bastante nos últimos anos, especialmente o daquelas que vivem em grandes centros urbanos, com maior acesso à tecnologia, à educação e ao mercado de trabalho. A imagem da vovó que ficava sentada na cadeira de balanço fazendo tricô, cozinhando para os netos e maldizendo a vizinha desquitada está em extinção. Hoje, a mulher de 60 anos pode até ter habilidades para o artesanato e preparar bolos deliciosos, mas também trabalha, vai à academia, namora – e passa longe da acepção de “idosa” que um dia nossas avós e bisavós encarnaram.
Hoje, ninguém se espanta ao ver uma mulher de 30 anos solteira, uma de 40 sem filhos, outra de 50 de namorado novo ou uma de 60 começando um trabalho. A atual geração feminina parece estar redefinindo as antigas faixas etárias: os 30 parecem os novos 20; os 40, os novos 30 – e assim por diante. “Depois das conquistas em movimentos sociais e feministas, as mulheres adotaram outra forma de conviver na família, na vida cotidiana, na maneira de se comportar”, diz a historiadora e socióloga Rosana Schwartz, líder do Núcleo de Estudos de Gênero, Raça e Etnia da Universidade Mackenzie.
Ter filhos mais tarde, ser independente financeiramente, dedicar-se aos estudos, cuidar do corpo e continuar trabalhando, inclusive na terceira idade, são comportamentos cada vez mais comuns. Um exemplo é o número de mães com idade entre 30 e 34 anos, que subiu de 14,73%, em 2001, para 17,63%, em 2011, segundo estatísticas do Registro Civil 2011. A participação das mulheres no mercado de trabalho também aumentou: passou de 41,5%, em 1999, para 48,8%, em 2009, conforme os dados da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) de 2010.
Quem é a mulher de 30, atualmente? E em que ela difere da mulher de 30 dos anos 80? Conheça um pouco mais do perfil das mulheres contemporâneas, em cada década de vida, e as peculiaridades de cada faixa etária.
Mariana Ximenes no pré-carnaval do Rio: mulheres de 30 sem filhos e com foco na carreira
>>> Mulheres de 30
Hoje a mulher de 30 é representada pela atriz Mariana Ximenes (31): mais independente financeiramente, com a carreira em primeiro plano. Boa parte delas, especialmente as mulheres de classe média, ainda não tem filhos e adia a maternidade para se dedicar à carreira. Ou vive a primeira gravidez nesta faixa. “Estudar e trabalhar já é algo estabelecido para esta geração. O casamento já é colocado como uma etapa tardia da vida”, comenta a antropóloga Mirian Goldenberg, autora do livro “Coroas” (Record, 2008).
Antes, as mulheres de 30, mesmo da geração anterior, já tinham famílias constituídas e se dedicavam ao lar. Se não tivessem se casado, eram vistas como “solteironas”. “Muitas delas eram casadas e tiveram filhos, mas, ao mesmo tempo, se empenharam duramente para ter acesso à educação, mesmo ainda assumindo os papéis tradicionais de mãe e esposa”, explica a historiadora Susane Rodrigues de Oliveira, professora doutora na Universidade de Brasília (UnB) e especialista na área de estudos de gênero e história das mulheres.
Outras mulheres que representam o que é ter 30 hoje em dia: Kate Middleton (31), Sabrina Sato (32), Camila Pitanga (35), Beyoncé (31), Juliana Paes (34), Natalie Portman (31), Shakira (36), Penélope Cruz (38)
>>> Mulheres de 40
Hoje a mulher de 40 é como a atriz Cláudia Abreu: tem filhos de idades bem distintas (em 2001 nasceu a primogênita, em 2007 a segunda e em 2011, o caçula), uma carreira consolidada, investe nos estudos – mesmo que de maneira mais tardia – e continua dando importância à profissão. Com o avanço da medicina, a mulher também pode pensar em ser mãe mais para frente. É o caso da atriz Halle Berry, que está esperando o segundo filho aos 46 anos. “É a mulher da jornada tripla, aquela que teve suas conquistas profissionais, mas continua cuidando da família”, diz a historiadora e socióloga Rosana Schwartz.
Leia também: como superar uma separação depois dos 40?
Antes, uma mulher de 40 já era mãe de adolescentes e dificilmente voltaria a estudar. Quando trabalhava, dividia as tarefas do lar com a profissão, que geralmente era ligada ao “universo feminino”, como magistério ou enfermagem. Também não era bem vista pela sociedade caso fosse divorciada. “Era uma mulher que não tinha uma preocupação tão grande com a aparência e com o corpo. Usar maquiagem e se produzir eram coisas para fazer apenas quando se tinha um evento muito importante, um casamento e olhe lá”, ilustra a antropóloga Mirian Goldenberg, que também coordena uma pesquisa denominada “Corpo, Envelhecimento e Felicidade”.
Outras mulheres que representam o que é ter 40 hoje em dia: Cláudia Raia (46), Ivete Sangalo (40), Dira Paes (43), Gwyneth Paltrow (40), Luciana Gimenez (43), Carolina Ferraz (45), Sandra Bullock (48), J. K. Rowling (47).
Luiza Brunet: a mulher de 50 está pronta para começar um novo romance, uma nova carreira, uma nova vida
>>> Mulheres de 50
Hoje a mulher de 50 é como a ex-modelo Luiza Brunet (50): aparência jovial, carreira já consolidada e disposição para começar um novo romance. Recentemente, Luiza afirmou estar se sentindo em seu melhor momento. “É uma mulher experiente, mas ainda jovem e ativa na vida social. Muitas são ‘mães de família’, mas atuam também em várias carreiras profissionais”, afirma a historiadora Susane Rodrigues. É o caso da atriz Christiane Torloni, que acaba de ser escolhida como nova rainha de bateria da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio, aos 56 anos.
Antes, uma mulher de 50 anos provavelmente já era avó e dificilmente começaria um novo relacionamento, caso se separasse ou ficasse viúva. “Antes, com a chegada do climatério, a mulher se considerava velha. Era mais presa ao seu mundo privado, dentro do lar”, comenta Rosana Schwartz.
Outras mulheres que representam o que é ter 50 hoje em dia: Xuxa Meneghel (50), Maitê Proença (55), Madonna (54), Oprah Winfrey (59), Lilia Cabral (55), Kim Basinger (59), Fátima Bernardes (50), Sharon Stone (55).
>>> Mulheres de 60
Hoje a mulher de 60 é como a atriz britânica Helen Mirren (67): corpo saudável, aparência natural, ainda ativas profissional, social e, muitas delas, até sexualmente. “É um prolongamento não só da expectativa de vida, mas da carreira também. Antes a mulher de 60 era uma senhora. Hoje, uma delas é presidente da República”, exemplifica a socióloga Rosana Schwartz.
Antes, uma mulher de 60 se enxergava com limitações, como se tivesse um selo de validade prestes a vencer. Sem tantas alternativas médicas e tecnológicas hoje disponíveis, ela não se cuidava muito. No campo profissional, as que estavam no mercado de trabalho estavam vislumbrando a aposentadoria.
Outras mulheres que representam o que é ter 60 hoje em dia: Marieta Severo (66), Meryl Streep (63), Bruna Lombardi (60), Ana Maria Braga (64), Dilma Rousseff (65), Irene Ravache (68), Susan Sarandon (66), Natália do Vale (53).
Jane Fonda: a mulher de 70 se reinventa
>>> Mulheres de 70
Hoje a mulher de 70 é como Jane Fonda: saudável, bonita e com vigor para atuar no mercado de trabalho e em novos projetos – a atriz norte-americana de 75 anos esteve recentemente no Brasil para promover o seu livro “O Melhor Momento: Aproveitando ao Máximo Toda a Sua Vida”. “As mulheres de 70 hoje são ativas, bem informadas, viajam com as amigas”, afirma Mirian Goldenberg. Com a maior longevidade da população brasileira, que em 2009 teve expectativa de vida de 73,1 anos, segundo dados da SIS, boa parte das mulheres nesta faixa etária está mais preocupada com a saúde e a aparência, pratica exercícios moderados e tem uma alimentação balanceada.
Leia também: Jane Fonda ensina a encarar o "terceiro ato" da vida
Antes, uma mulher de 70 era a avó que fazia tricô, bordados e bolos deliciosos. Dedicava-se única e exclusivamente à família e dificilmente realizaria um trabalho fora de casa de forma mais ativa. “Agora, aquela vovó caseira, quieta e de cabelos brancos tende a ficar somente nos contos e na poesia”, brinca Rosana Schwartz.
Outras mulheres que representam o que é ter 70 hoje em dia: Marília Pêra (70), Raquel Welch (72), Gloria Menezes (78), Betty Faria (72), Sophia Loren (78), Joana Fomm (73), Marina Colasanti (75), Aracy Balabanian (73).
sábado, 27 de abril de 2013
Mulheres são incentivadas a cuidar da saúde em Japaratuba
A prática regular de atividades físicas tem benefícios já comprovados para ambos os sexos. Fazer exercícios é tão importante para o bem estar, quanto manter uma alimentação saudável e bom sono. No entanto, para as mulheres, além de melhorar a qualidade de vida, as atividades podem interferir diretamente no perfil hormonal e na diminuição dos riscos de doenças de morte, a exemplo das cardiovasculares, metabólicas e até mesmo de alguns tipos de câncer, como o de mama.
Pensando nessa importância, a Prefeitura Municipal de Japaratuba, distante 54 km de Aracaju, através da Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres, iniciou nesta terça-feira (16), o programa “Mais Mulher”. Desde 8h, dois professores de Educação Física ofertam às mulheres cadastradas no projeto, no Clube Social Rita de Cássia, aulas de ginástica e aeróbica, aliadas a orientações alimentícias e dicas importantes.
Segundo a coordenadora de Políticas Públicas para as Mulheres do município, Vânia Ferreira Rocha, uma programação especial foi elaborada para o primeiro dia do “Mais Mulher”. “Inicialmente os professores tiveram uma conversa com as participantes, explicando a importância da atividade física para a manutenção da saúde. Em seguida, tivemos um café da manhã saudável, mostrando que o exercício deve estar aliado a uma boa alimentação e logo depois, se iniciou os trabalhos”, detalha a coordenadora.
Ação - Vânia explica que o programa acontecerá as terças e quintas, em dois horários – das 8h às 9h e das 16h às 17h -, e que as turmas serão mistas. “Não estamos separando por idade, até porque, uma das nossas intenções é promover a interação entre as japaratubenses. O horário foi definido pela própria participante, no ato da inscrição. Estamos de braços abertos para as jovens, idosas, ou seja, para todas as mulheres que querem cuidar da saúde”, esclarece.A coordenadora ressalta que, mesmo a ação começando nesta terça-feira, as inscrições continuam abertas. “Basta procurar a Secretaria de Assistência Social e garantir sua vaga. Atualmente temos 150 mulheres cadastradas, o que nos deixa bastante felizes com a aderência das japaratubenses. Convidamos as que ainda não se matricularam, a nos procurar para se inscrever. É uma excelente oportunidade”, frisa.
Vânia destaca ainda que, inicialmente as aulas acontecem em dois horários, mas que a depender da quantidade de inscritas, novas turmas poderão ser abertas. “Como os professores estarão na cidade durante todo o dia, havendo a necessidade, teremos aulas em outros horários também”, conclui.
A prática regular de atividades físicas tem benefícios já comprovados para ambos os sexos. Fazer exercícios é tão importante para o bem estar, quanto manter uma alimentação saudável e bom sono. No entanto, para as mulheres, além de melhorar a qualidade de vida, as atividades podem interferir diretamente no perfil hormonal e na diminuição dos riscos de doenças de morte, a exemplo das cardiovasculares, metabólicas e até mesmo de alguns tipos de câncer, como o de mama.
Pensando nessa importância, a Prefeitura Municipal de Japaratuba, distante 54 km de Aracaju, através da Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres, iniciou nesta terça-feira (16), o programa “Mais Mulher”. Desde 8h, dois professores de Educação Física ofertam às mulheres cadastradas no projeto, no Clube Social Rita de Cássia, aulas de ginástica e aeróbica, aliadas a orientações alimentícias e dicas importantes.
Segundo a coordenadora de Políticas Públicas para as Mulheres do município, Vânia Ferreira Rocha, uma programação especial foi elaborada para o primeiro dia do “Mais Mulher”. “Inicialmente os professores tiveram uma conversa com as participantes, explicando a importância da atividade física para a manutenção da saúde. Em seguida, tivemos um café da manhã saudável, mostrando que o exercício deve estar aliado a uma boa alimentação e logo depois, se iniciou os trabalhos”, detalha a coordenadora.
Ação - Vânia explica que o programa acontecerá as terças e quintas, em dois horários – das 8h às 9h e das 16h às 17h -, e que as turmas serão mistas. “Não estamos separando por idade, até porque, uma das nossas intenções é promover a interação entre as japaratubenses. O horário foi definido pela própria participante, no ato da inscrição. Estamos de braços abertos para as jovens, idosas, ou seja, para todas as mulheres que querem cuidar da saúde”, esclarece.A coordenadora ressalta que, mesmo a ação começando nesta terça-feira, as inscrições continuam abertas. “Basta procurar a Secretaria de Assistência Social e garantir sua vaga. Atualmente temos 150 mulheres cadastradas, o que nos deixa bastante felizes com a aderência das japaratubenses. Convidamos as que ainda não se matricularam, a nos procurar para se inscrever. É uma excelente oportunidade”, frisa.
Vânia destaca ainda que, inicialmente as aulas acontecem em dois horários, mas que a depender da quantidade de inscritas, novas turmas poderão ser abertas. “Como os professores estarão na cidade durante todo o dia, havendo a necessidade, teremos aulas em outros horários também”, conclui.
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